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Evidências recentes da fotobiomodulação transcraniana (FBMt) na Doença de Parkinson

A FBMt na Doença de Parkinson é um tema de relevância atualíssima. Trata-se de uma das patologias neurodegenerativas mais prevalentes, afetando mais de 10 milhões de pessoas no mundo1. Com o envelhecimento populacional e fatores contemporâneos emergentes, como a exposição a toxinas ambientais (rotenona2 e permetrina3, por exemplo), a incidência da doença em sua forma idiopática está aumentando de forma preocupante. 

Atualmente, os tratamentos disponíveis são principalmente sintomáticos, focados na modulação dopaminérgica – uma vez que, quando os sintomas neurológicos aparecem, pode ter havido uma perda entre 50% e 70% dos neurônios dopaminérgicos na substância negra compacta (SNc).4

No entanto, esses tratamentos apresentam efeitos adversos significativos, como discinesias, flutuações motoras e complicações neuropsiquiátricas5, estimulando a busca por alternativas terapêuticas eficazes e seguras.

O que é a fotobiomodulação transcraniana (FBMt)?

A fotobiomodulação transcraniana (FBMt) é uma técnica não invasiva que utiliza luz infravermelha próxima (NIR) para modular a atividade celular, particularmente através da estimulação do metabolismo mitocondrial. 

A absorção de energia pela enzima citocromo C oxidase (CCO) promove o aumento da produção de ATP, a redução do estresse oxidativo e a diminuição da inflamação neuronal, melhorias cruciais no contexto da Doença de Parkinson.

Mecanismos de ação da FBMt na Doença de Parkinson

O potencial da FBMt na DP está fortemente ligado à mitigação da disfunção mitocondrial e da neuroinflamação. 

O início e a progressão da doença de Parkinson estão relacionados ao acúmulo de mutações no DNA mitocondrial, levando ao aumento da produção de ROS, do estresse oxidativo, do dano mitocondrial, da interrupção da fissão mitocondrial e da autofagia e morte da célula.6

Fonte: BICKNELL, Brian; LIEBERT, Ann; HERKES, Geoffrey. Parkinson’s Disease and Photobiomodulation: Potential for Treatment. Journal of Personalized Medicine, v. 14, n. 1, p. 112, 19 jan. 2024. DOI: 10.3390/jpm14010112. Disponível em: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC10819946/. Acesso em: 22 abr. 2025.

Estudos experimentais em modelos animais demonstraram consistentemente que a exposição ao NIR reduz danos oxidativos, protege neurônios dopaminérgicos na substância negra e diminui significativamente o número de células gliais ativadas, responsáveis por respostas inflamatórias no cérebro7.

Outro mecanismo crucial é o efeito sistêmico do tratamento remoto com FBMt. Estudos pré-clínicos sugerem que aplicações periféricas em áreas distantes da cabeça (por exemplo, abdômen ou pernas) podem desencadearefeitos sistêmicos moduladores, como a ativação de células-tronco mesenquimais, liberação de citocinas anti-inflamatórias e regulação do eixo intestino-cérebro8

O efeito remoto ou sistêmico da FBMt é uma consequência conhecida do tratamento com PBM em uma parte do corpo, causando um efeito (distal) em outra parte do corpo […].

Fonte: HAMBLIN, Michael R. Mechanisms and applications of the anti-inflammatory effects of photobiomodulation. AIMS Biophysics, v. 4, n. 3, p. 337–361, 19 maio 2017. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/28748217/. Acesso em: 22 abr. 2025.

FBMt na Doença de Parkinson: evidências clínicas atuais

Apesar de promissores resultados pré-clínicos, as evidências clínicas em humanos ainda são iniciais, porém encorajadoras. Um estudo de Bullock-Saxton et al. (2021)9, por exemplo, avaliou a aplicação combinada de FBMt craniana e intraoral em pacientes com DP durante quatro semanas. 

A terapia combinada, aplicada de 2 a 3 vezes por semana durante pelo menos quatro semanas, resultou em melhorias significativas nas habilidades motoras finas e no equilíbrio dinâmico. Especificamente, os testes da espiral (escrita) e do degrau dinâmico foram os mais sensíveis a mudanças positivas, indicando avanços na coordenação motora e na estabilidade postural. ​

Em uma revisão recente liderada por Frankowski et al. (2025)10, foi listado um estudo de 201911 em que 55% dos pacientes tratados com NIR (infravermelho próximo) relataram melhorias nos sintomas iniciais da Doença de Parkinson e apenas 2% pioraram, o que destacou o potencial terapêutico substancial da técnica para estabilização dos sintomas.


O primeiro ensaio clínico controlado com capacete de FBMt: o que os resultados revelaram?

Até recentemente, as evidências sobre FBMt na Doença de Parkinson vinham principalmente de estudos observacionais e com modelos animais. Esse cenário mudou com a publicação do primeiro ensaio clínico randomizado, triplo-cego e controlado por placebo com um capacete de fotobiomodulação transcraniana — um nível de evidência significativamente mais robusto na hierarquia científica.

Conduzido inteiramente de forma remota na época da pandemia de Covid-19 por McGee, Liebert, Herkes et al., o estudo acompanhou 40 pacientes com Doença de Parkinson idiopática em estágios iniciais, que utilizaram um capacete de LED (combinando luz vermelha a 635 nm e infravermelho próximo a 810 nm) por 24 minutos ao dia, seis vezes por semana, durante 12 semanas. 

A avaliação foi feita por meio de uma versão modificada do MDS-UPDRS-III (adaptada para a segurança de testes à distância), o instrumento padrão-ouro para mensurar comprometimento motor na DP.

O resultado geral do escore total melhorou nos dois grupos (incluindo o placebo), o que é esperado em qualquer ensaio com Doença de Parkinson, já que a simples participação num estudo tende a elevar a liberação de dopamina.

O achado mais significativo veio da análise detalhada por domínios motores: o grupo que recebeu luz ativa apresentou melhorias específicas em expressão facial que o grupo placebo não mostrou (sendo que ambos os grupos tiveram melhorias na função dos membros inferiores). 

Mais importante ainda: entre os pacientes que responderam ao tratamento ativo — cerca de 70% do grupo —, todos os cinco domínios motores avaliados melhoraram, com reduções entre 24% e 58% nos escores de comprometimento.

O sinal mais claro do benefício real da FBMt veio da fase subsequente do protocolo: quando os pacientes que haviam usado o dispositivo placebo migraram para o tratamento ativo, seu escore motor caiu de 20,4 para 12,2 pontos (quanto mais alta a pontuação, mais severos são os sintomas do paciente). Uma melhora clínica expressiva, que dificilmente se explicaria apenas pelo efeito placebo.

Esses resultados reforçam que a fotobiomodulação transcraniana não apenas produz respostas clinicamente relevantes, mas que a identificação do perfil de pacientes que mais se beneficiam pode ser o caminho para protocolos cada vez mais precisos e personalizados.

Referências: 

  • McGEE, C. et al. A Randomized Placebo-Controlled Study of a Transcranial Photobiomodulation Helmet in Parkinson’s Disease: Post-Hoc Analysis of Motor Outcomes. Journal of Clinical Medicine, v. 12, n. 8, p. 2846, 2023. DOI: 10.3390/jcm12082846. 
  • HERKES, G. et al. A novel transcranial photobiomodulation device to address motor signs of Parkinson’s disease: a parallel randomised feasibility study. EClinicalMedicine, v. 66, 2023.

A ciência já validou. Agora, é a sua vez de aplicar em consultório a luz que protege o cérebro: conheça o capacete Neurollux.

FBMt na Doença de Parkinson: desafios técnicos e penetração da luz

Um dos principais desafios técnicos da aplicação clínica da FBMt na Doença de Parkinson é a penetração adequada da luz na substância negra compacta (SNc), região localizada aproximadamente entre 80 e 100 mm abaixo da sutura coronal. Estudos mostram que a NIR pode penetrar até aproximadamente 20 mm da superfície cortical.12

Assista: Dr. Álvaro Pereira, cirurgião vascular e diretor da Cosmedical, explica como a luz infravermelha próxima (NIR) penetra no crânio

Essa limitação anatômica tem incentivado o desenvolvimento de estratégias indiretas, como aplicação em regiões frontais para modulação do circuito corticoestriatal, ou uso de dispositivos intraorbitais, intranasais e intraorais, que podem atuar em regiões mais profundas por mecanismos de sinalização indireta.

Protocolos clínicos e parâmetros de aplicação

A efetividade da FBMt depende fortemente de parâmetros específicos, como comprimento de onda, potência, duração e frequência das sessões. Estudos pré-clínicos sugerem que variados comprimentos de onda são eficazes13; aqueles entre 810 nm e 1064 nm apresentam melhor absorção mitocondrial e penetração tecidual.

Os protocolos clínicos atuais recomendam tratamentos regulares, geralmente duas a três vezes por semana, por períodos que variam de quatro a oito semanas. No entanto, devido à variabilidade clínica da Doença de Parkinson entre indivíduos, é crucial ajustar os parâmetros individualmente, considerando a resposta clínica e os sintomas específicos apresentados.

Segurança e efeitos adversos

Uma das vantagens significativas da FBMt é seu alto nível de tolerabilidade. Por não envolver metabolismo hepático e interação medicamentosa, a técnica apresenta excelente perfil de segurança.14 

Não foram observados efeitos adversos significativos, seja em tratamentos remotos ou com dispositivos transcranianos15, reforçando a viabilidade clínica dessa abordagem terapêutica.


Cinco anos de acompanhamento da Doença de Parkinson: manutenção dos ganhos com a FBMt e impacto nos sintomas não motores

Uma das perguntas mais importantes sobre qualquer terapia para doenças neurodegenerativas progressivas é simples: os benefícios se mantêm com o tempo? O estudo de maior duração disponível na literatura sobre FBMt na Doença de Parkinson oferece uma resposta encorajadora. 

Liebert et al. acompanharam pacientes por cinco anos consecutivos, tempo suficiente para eliminar qualquer influência do efeito placebo, que costuma se dissipar em poucos meses.

Dos oito participantes reavaliados, sete haviam mantido o uso contínuo da fotobiomodulação em casa ao longo de todo o período (embora com frequências variadas e algumas adaptações individuais no uso combinado transcraniano e abdominal). 

O dado mais impactante: excluindo um paciente que recebeu um diagnóstico secundário de outra síndrome no meio do caminho, cinco dos seis pacientes analisados simplesmente não pioraram nos escores motores após cinco anos — em uma doença onde algum grau de deterioração progressiva seria esperado. Marcha mais rápida, passadas mais largas e melhor equilíbrio dinâmico foram constatados objetivamente em relação ao início do tratamento.

A função cognitiva, avaliada por teste padronizado, também melhorou e se manteve acima dos valores iniciais ao final dos cinco anos, num momento em que declínio seria a expectativa natural da progressão da doença.

O achado mais surpreendente, porém, foi outro: quatro dos pacientes relataram melhora no olfato durante o tratamento. Uma das participantes havia perdido completamente o olfato anos antes do estudo e relatou que a percepção de cheiros retornou após 12 semanas de uso da FBMt, com melhorias que continuaram progredindo ao longo do acompanhamento. 

Isso importa porque a perda olfativa é um dos primeiros sinais da Doença de Parkinson, frequentemente anterior aos sintomas motores, e não responde a nenhum dos tratamentos convencionais disponíveis.

Sua recuperação com a FBMt abre uma janela clínica relevante e pode, no futuro, servir como um indicador precoce de resposta ao tratamento. Para completar, nenhum participante relatou qualquer efeito adverso relacionado à terapia ao longo de todo o período.

Referência: LIEBERT, A. et al. Improvements in clinical signs and symptoms of Parkinson’s disease with photobiomodulation: five-year follow-up. BMC Neurology, v. 24, 2024. DOI: 10.1186/s12883-024-03857-z.


Perspectivas futuras e aplicação na prática clínica

Com base nas evidências atuais, a FBMt emerge como uma das alternativas mais promissoras e inovadoras no manejo da Doença de Parkinson. O potencial para neuroproteção, redução da neuroinflamação e melhora nos sintomas motores e cognitivos oferece uma perspectiva animadora para médicos e pacientes.

Futuras pesquisas clínicas, especialmente ensaios randomizados, controlados e com grandes amostras, são essenciais para determinar parâmetros otimizados de tratamento, definir melhor os mecanismos envolvidos e estabelecer a eficácia a longo prazo dessa abordagem. 

Adicionalmente, estudos que avaliem o impacto combinado da FBMt com outras terapias convencionais podem abrir novas frentes de tratamento multidimensional para a Doença de Parkinson.

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Capacete Neurollux e boné Infrallux: fotobiomodulação transcraniana no consultório e em casa

Com os avanços nas pesquisas sobre fotobiomodulação transcraniana (FBMt), médicos e demais profissionais da saúde já contam com soluções clínicas e domiciliares capazes de integrar essa tecnologia de forma prática e segura aos seus atendimentos. 

É nesse contexto que atuam os dispositivos Neurollux e Infrallux, desenvolvidos para atender às diferentes demandas do tratamento neurológico com luz infravermelha próxima (NIR).

O capacete Neurollux é um dispositivo hands-free de uso clínico, ideal para profissionais que desejam incorporar a FBMt em consultório com protocolos personalizados e suporte técnico especializado. É a escolha de referência para neurologistas, psiquiatras, fisiatras, fonoaudiólogos e fisioterapeutas que já acompanham os desdobramentos positivos da FBMt em transtornos neurodegenerativos, transtornos do humor e reabilitação cognitiva.

Já o boné Infrallux foi pensado para a continuidade terapêutica no ambiente domiciliar — essencial em tratamentos que requerem regularidade e alta adesão. Foi desenvolvido em conformidade com os mesmos princípios validados pelas pesquisas apresentadas aqui e permite que o paciente mantenha o tratamento com autonomia, conforto e seguindo a orientação médica.

Neurollux e Infrallux colocam em suas mãos o que há de mais avançado em estimulação cerebral não invasiva.

Este é o momento de transformar evidência em ação — e oferecer aos seus pacientes um novo paradigma no cuidado neurológico para a Doença de Parkinson.

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Este artigo foi elaborado com base nas evidências atuais em neurociência e destina-se a fornecer informações detalhadas sobre a evolução e o manejo da Doença de Parkinson. Sempre consulte um profissional de saúde para diagnóstico e tratamento individualizados.

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Referências bibliográficas I

1. PARKINSON’S FOUNDATION. Statistics. Disponível em: https://www.parkinson.org/understanding-parkinsons/statistics. Acesso em: 22 abr. 2025.

2. LAWANA, V.; CANNON, J.R. Rotenone neurotoxicity: relevance to Parkinson’s disease. In: Advances in Neurotoxicology. v. 4. Elsevier, Amsterdam, The Netherlands, 2020. p. 209–254.

3. PAUL, K.C.; RITZ, B. Epidemiology meets toxicogenomics: mining toxicologic evidence in support of an untargeted analysis of pesticides exposure and Parkinson’s disease. Environmental International, v. 170, 2022.

4. CHENG, H.C.; ULANE, C.M.; BURKE, R.E. Clinical progression in Parkinson disease and the neurobiology of axons. Annals of Neurology, v. 67, 2010.

5. GANDHI, K.R.; SAADABADI, A. Levodopa (L-Dopa). In: STATPEARLS [Internet]. StatPearls Publishing, St. Petersburg, FL, USA, 2022. Disponível em: https://www.statpearls.com. Acesso em: 22 abr. 2025.

6. BICKNELL, B.; LIEBERT, A.; HERKES, G. Parkinson’s Disease and Photobiomodulation: Potential for Treatment. PMC, 2025. Disponível em: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC10819946. Acesso em: 22 abr. 2025.

7. SAN MIGUEL, M.; MARTIN, K.L.; STONE, J.; JOHNSTONE, D.M. Photobiomodulation mitigates cerebrovascular leakage induced by the Parkinsonian neurotoxin MPTP. Biomolecules, v. 9, n. 10, 2019. Disponível em: https://www.mdpi.com/2218-273X/9/10/564. DOI: 10.3390/biom9100564. Acesso em: 22 abr. 2025.

8. GORDON, L.C. et al. Remote photobiomodulation targeted at the abdomen or legs provides effective neuroprotection against parkinsonian MPTP insult. European Journal of Neuroscience, v. 57, 2023, p. 1611–1624.

Referências bibliográficas II

9. BULLOCK-SAXTON, J. et al. Exploring the effect of combined transcranial and intra-oral photobiomodulation therapy over a four-week period on physical and cognitive outcome measures for people with Parkinson’s disease: a randomized double-blind placebo-controlled pilot study. PubMed, 2021. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34092640/. Acesso em: 22 abr. 2025.

10. FRANKOWSKI, D.W. et al. Light buckets and laser beams: mechanisms and applications of photobiomodulation (PBM) therapy. PubMed, 2025. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/39826026/. Acesso em: 22 abr. 2025.

11. HAMILTON, C.L. et al. “Buckets”: early observations on the use of red and infrared light helmets in Parkinson’s disease patients. Photobiomodulation, Photomedicine, and Laser Surgery, v. 37, n. 10, 2019, p. 615–622. Disponível em: https://europepmc.org/article/med/31536464. Acesso em: 22 abr. 2025.

12. NAIRUZ, T. et al. Photobiomodulation therapy on brain: pioneering an innovative approach to revolutionize cognitive dynamics. PubMed, 2025. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/38891098/. Acesso em: 22 abr. 2025.

13. REINHART, F. et al. The behavioural and neuroprotective outcomes when 670 nm and 810 nm near infrared light are applied together in MPTP-treated mice. ScienceDirect, 2016. Disponível em: https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0168010216302528. Acesso em: 22 abr. 2025.

14. WOŹNIAK, J. et al. Near-infrared stimulation in psychiatry disorders: a systematic review of efficacy and biological mechanisms. NeuroSci, v. 6, n. 1, 2025. Disponível em: https://www.mdpi.com/2673-4087/6/1/26. Acesso em: 22 abr. 2025.

15. BICKNELL, B. et al. Parkinson’s disease and photobiomodulation: potential for treatment. Journal of Personalized Medicine, v. 14, n. 1, 2024, p. 112. DOI: 10.3390/jpm14010112. Disponível em: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC10819946/. Acesso em: 22 abr. 2025.

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