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Cérebro feminino e saúde mental: hormônios, energia e neuroplasticidade ao longo da vida

Falar de saúde mental feminina exige ir além da psicologia. O cérebro da mulher possui uma arquitetura neuroquímica própria, modulada ao longo de toda a vida por oscilações hormonais profundas1, do ciclo menstrual à menopausa. 

Quando somamos a essa biologia uma rotina de sobrecarga cognitiva, sono irregular e estresse crônico, compreendemos por que as mulheres são desproporcionalmente afetadas por transtornos como ansiedade e depressão. 

Neste artigo, vamos explorar as bases neurobiológicas dessa vulnerabilidade2 e apresentar como a fotobiomodulação transcraniana (FBMt) surge como ferramenta complementar para sustentar a neuroplasticidade e a regulação emocional da mulher em todas as fases da vida.

Cérebro feminino e saúde mental: uma assinatura própria

Diferenças entre o cérebro masculino e o feminino existem e elas vão muito além do tamanho. As mulheres possuem mais conexões na rede de modo padrão, um conjunto de circuitos que é acionado durante o pensamento interno, quando a pessoa está refletindo sobre a vida. Já os homens apresentam um maior corpo estriado, uma região do cérebro que está ligada à motivação e à tomada de decisões.3

Outro dado relevante: o cérebro feminino apresenta uma quantidade significativamente maior de receptores de serotonina (5-HT1A) em diversas regiões. Pesquisadores sugerem que essas distinções biológicas no sistema serotoninérgico podem refletir uma predisposição e ajudar a explicar por que o sexo feminino tem maior prevalência de condições psiquiátricas, como depressão e ansiedade.4

A essas diferenças estruturais e bioquímicas soma-se a ação dos esteroides sexuais durante o neurodesenvolvimento: enquanto o estrogênio e as enzimas específicas moldam a anatomia do cérebro feminino desde a vida intrauterina, a testosterona (com sua conversão em estrogênio) é a responsável por organizar os circuitos neurais no sentido masculino, estabelecendo padrões funcionais que acompanharão os indivíduos ao longo de toda a sua trajetória.5

Cérebro feminino e saúde mental: os hormônios e o metabolismo 

Se o cérebro feminino já nasce com particularidades, é o ambiente hormonal que o rege dinamicamente ao longo da vida.

O ciclo menstrual e suas ondas

A síndrome pré-menstrual e o transtorno disfórico pré-menstrual podem interferir significativamente no padrão de repouso da mulher, estando associados ao aumento de despertares, sono não restaurador, baixa qualidade de sono e relatos de insônia. 

Além disso, dados do estudo brasileiro EPISONO indicam que queixas de distúrbios do sono e insônia em mulheres estão intimamente associadas à piora da qualidade de vida e a maiores índices de ansiedade, depressão e dor.6 

Perimenopausa e menopausa: a grande transição neurológica

A menopausa é um processo neuroendocrinológico que vai além de alterações hormonais, remodelando a paisagem do cérebro feminino. A pesquisadora Dra. Lisa Mosconi, autora de O Cérebro e a Menopausa, demonstrou que a queda abrupta na produção de estrogênio impacta a estrutura cerebral e reduz o uso inicial de glicose.7 

No entanto, o cérebro desenvolve adaptações compensatórias — como o aumento do fluxo sanguíneo cerebral e da produção de energia (ATP) — para encontrar um “novo normal” e preservar o desempenho cognitivo. 

Um estudo de 20268 da Universidade de Cambridge, publicado na Psychological Medicine e conduzido com dados de quase 125 mil mulheres, identificou perda de massa cinzenta no hipocampo, no córtex entorrinal e no córtex cingulado anterior — justamente as regiões mais afetadas pela doença de Alzheimer. 

Como destacou a coautora do estudo de Cambridge, Barbara Sahakian: “embora isso não conte toda a história, pode ajudar a entender por que vemos quase o dobro de casos de demência em mulheres do que em homens”.​9

Cérebro feminino e saúde mental: estresse é doença?

A resposta biológica ao estresse é coordenada pelo eixo hipotálamo-hipófise-adrenal (HPA). Em situações de ameaça, o hipotálamo libera CRH, que estimula a hipófise a produzir ACTH, culminando na secreção de cortisol pelas glândulas adrenais. Em curto prazo, o cortisol ajuda o corpo a reagir. Mas, quando crônico, desregula o funcionamento cerebral e corporal, associando-se a distúrbios psiquiátricos e metabólicos.10

Ocorre que as mulheres, além da biologia, enfrentam um contexto social que amplifica cronicamente esse eixo. Dados do IBGE11 mostram que mulheres gastam 21,3 horas por semana com afazeres domésticos e cuidados com pessoas, contra apenas 11,7 horas dos homens.

Desequilíbrio hormonal, inflamação e desconexão social: os sinais do estresse crônico na mulher.12

A carga mental — planejamento, organização, preocupação constante — gera exaustão mesmo quando há divisão de tarefas práticas. O relatório Esgotadas, da ONG Think Olga, revelou que 45% das mulheres entrevistadas possuíam diagnóstico de ansiedade, depressão ou outro transtorno mental.​13

Essa sobrecarga crônica do eixo HPA compromete áreas como o córtex pré-frontal e o hipocampo, reduzindo a capacidade de regulação emocional, memória e tomada de decisão. 

Um estudo internacional14 publicado no journal PNAS mostrou que, em populações com maior desigualdade de gênero, mulheres apresentam espessura cortical significativamente menor em regiões responsáveis pelo gerenciamento emocional e pela resiliência, como o giro cingulado anterior e o giro orbitofrontal.

Sono: o pilar silencioso da saúde cerebral feminina

O sono exerce uma função vital e restauradora para o cérebro. Durante o sono, que é caracterizado por um aumento na atividade de ondas lentas (ondas delta), o espaço intersticial do cérebro se expande em 60%, permitindo a eliminação de resíduos metabólicos neurotóxicos através de fluidos impulsionados pelo sistema glinfático.15 

Quando esse pilar é abalado e há privação de sono, as consequências vão desde o prejuízo no aprendizado e no desempenho cognitivo até uma maior vulnerabilidade à neurodegeneração, devido ao acúmulo de produtos residuais potencialmente tóxicos no cérebro.

O estudo de Cambridge16 confirmou que mulheres na pós-menopausa relatam mais cansaço, menos horas de sono e maior incidência de insônia, além de declínio na velocidade de reação cognitiva. 

A privação de sono eleva marcadores inflamatórios e desregula ainda mais o eixo HPA, criando um ciclo vicioso entre insônia, estresse e deterioração cognitiva.17 Cuidar do sono feminino, portanto, é cuidar do cérebro.​

Cérebro feminino e saúde mental: fotobiomodulação transcraniana

Diante desse cenário de vulnerabilidade hormonal, sobrecarga e inflamação, a fotobiomodulação transcraniana (FBMt) emerge como uma abordagem complementar com bases biológicas sólidas para sustentar a saúde cerebral da mulher.

Como funciona?

A FBMt utiliza luz no espectro infravermelho próximo (tipicamente entre 810 nm e 1.100 nm), que, ao atravessar o crânio, atinge o córtex cerebral e é absorvida pelo citocromo c oxidase (complexo IV da cadeia respiratória mitocondrial).18,19 

Essa absorção dissocia o óxido nítrico ligado ao citocromo, restaurando o transporte de elétrons e elevando a produção de ATP — a moeda energética das células. O resultado é um “impulso de energia” direto aos neurônios, com efeitos que se desdobram em múltiplas vias:​

  • Aumento da produção de ATP e melhora do metabolismo energético cerebral;
  • Elevação do BDNF (fator neurotrófico derivado do cérebro), proteína-chave para neuroplasticidade e formação de novas conexões sinápticas;
  • Redução da neuroinflamação e do estresse oxidativo;
  • Melhora do fluxo sanguíneo cerebral, com aumento da oxigenação neuronal;
  • Estímulo à neurogênese, sinaptogênese e angiogênese (literalmente, a formação de novos neurônios, sinapses e vasos sanguíneos no cérebro​).

Evidências em mulheres e cognição

Um ensaio clínico randomizado20 publicado na Przegląd Menopauzalny avaliou o efeito da FBMt (LED 850 nm, 5 sessões) em mulheres idosas com comprometimento cognitivo leve. 

Os resultados foram expressivos: o grupo que recebeu a FBMt apresentou melhora significativa no escore cognitivo global (MMSE, p < 0,001) e na performance atencional, enquanto o grupo controle não apresentou alteração. 

Outro ensaio clínico randomizado21, duplo-cego e controlado por placebo demonstrou que a FBMt aumentou os níveis séricos de BDNF e melhorou a cognição em adultos acima de 50 anos.

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A neuroplasticidade como resposta: cérebro feminino e saúde mental em sintonia

A plasticidade neural não cessa na maturidade; é justamente nesse ponto que intervenções como a FBMt encontram sua maior justificativa.​

No campo da regulação emocional, a FBMt tem sido investigada como suporte em quadros de depressão e ansiedade. Uma revisão22 publicada em 2019 na Lasers in Surgery and Medicine mostrou que a fotobiomodulação transcraniana com luz infravermelha próxima (NIR a 810 nm) reduziu comportamentos de ansiedade e depressão em um modelo animal (camundongos) submetido a estresse crônico. Os pesquisadores concluíram que os benefícios estão ligados ao aumento dos níveis de serotonina (5-HT) e à diminuição dos níveis de óxido nítrico (NO) em áreas cruciais como o córtex pré-frontal e o hipocampo.

Estudos clínicos23 relatam diminuição de sintomas de depressão e ansiedade após aplicação na região frontal (córtex pré-frontal) com LED em torno de 810 nm. Ao elevar a produção de BDNF, restaurar a função mitocondrial e reduzir a inflamação, a fotobiomodulação transcraniana oferece ao cérebro os substratos biológicos necessários para neutralizar as disfunções associadas à depressão. 

Adicionalmente, a modulação do eixo HPA (sugerida através da aplicação remota no abdômen) representa outra via potencial pela qual a fotobiomodulação exerce seus efeitos sistêmicos e neuropsiquiátricos.

Não se trata de reverter o envelhecimento ou substituir tratamentos médicos, mas de fornecer, de forma não invasiva, segura e indolor, um suporte energético e neurotrófico que favorece a cognição, o equilíbrio emocional e a qualidade do sono.24

A mulher que entra na maturidade carrega um cérebro em transformação. E a ciência, cada vez mais, oferece ferramentas para que essa transformação ocorra com plenitude.


A fotobiomodulação transcraniana é uma terapia complementar e não substitui avaliação e tratamento médico. Consulte sempre um profissional de saúde qualificado.

Referências bibliográficas

1- KUNDAKOVIC, Marija; ROCKS, Devin. Sex hormone fluctuation and increased female risk for depression and anxiety disorders: from clinical evidence to molecular mechanisms. Frontiers in Neuroendocrinology, [S. l.], v. 66, p. 101010, 15 jun. 2022. Disponível em: <https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC9715398/>. Acesso em: 10 mar. 2026.

2- PAVLIDI, Pavlina; KOKRAS, Nikolaos; DALLA, Christina. Sex differences in depression and anxiety. In: Sex differences in brain function and dysfunction. Cham: Springer, 2022. p. 103–132. Disponível em: <https://link.springer.com/chapter/10.1007/7854_2022_375>. Acesso em: 10 mar. 2026.

3- GARATTONI, Bruno. Estudo vê diferenças no cérebro de homens e mulheres. Superinteressante, São Paulo, 9 abr. 2024. Disponível em: <https://super.abril.com.br/ciencia/estudo-ve-diferencas-no-cerebro-de-homens-e-mulheres/>. Acesso em: 10 mar. 2026.

4- JOVANOVIC, Hristina; LUNDBERG, Johan; KARLSSON, Per; CERIN, Asta; SAIJO, Tomoyuki; VARRONE, Andrea; HALLDIN, Christer; NORDSTRÖM, Anna-Lena. Sex differences in the serotonin 1A receptor and serotonin transporter binding in the human brain measured by PET. NeuroImage, [S. l.], v. 39, n. 3, p. 1408–1419, 1 fev. 2008. Disponível em: <https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/18036835/>. Acesso em: 10 mar. 2026.

5- LARA, Lucia Alves da Silva; ROMÃO, Adriana Peterson Mariano Salata. A diferenciação do cérebro masculino e feminino. Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia, Rio de Janeiro, v. 35, n. 2, fev. 2013. Disponível em: <https://www.scielo.br/j/rbgo/a/rLkkBZg8G5WZSnZMmHWx9GQ/?format=html&lang=pt>. Acesso em: 10 mar. 2026.

6- LUCENA, Leandro dos Reis. Impacto da insônia na qualidade de vida de mulheres em uma amostra representativa da população da cidade de São Paulo entre os anos de 2007 e 2015 (EPISONO). 2024. Tese (Doutorado) — Universidade Federal de São Paulo, São Paulo, 2024. Disponível em: <https://bdtd.ibict.br/vufind/Record/UFSP_38814ee6b7f477d30bcfa57310b587bb>. Acesso em: 10 mar. 2026.

7- MOSCONI, Lisa. The brain: a new normal after menopause. NewYork-Presbyterian – Advances in Neurology and Neurosurgery, Nova Iorque, 14 set. 2021. Disponível em: <https://www.nyp.org/advances/article/neurology-neurosurgery/the-brain-a-new-normal-after-menopause>. Acesso em: 10 mar. 2026.

8- UNIVERSITY OF CAMBRIDGE. Menopause linked to loss of grey matter in the brain, poorer mental health and sleep disturbance. Cambridge Neuroscience, Cambridge, 2024. Disponível em: <https://neuroscience.cam.ac.uk/menopause-linked-to-loss-of-grey-matter-in-the-brain-poorer-mental-health-and-sleep-disturbance/>. Acesso em: 10 mar. 2026.

9- Menopause triggers loss of brain matter which could explain women’s higher dementia risk. Sky News, Londres, 27 jan. 2026. Disponível em: <https://news.sky.com/story/menopause-triggers-loss-of-brain-matter-which-could-explain-womens-higher-dementia-risk-13499510>. Acesso em: 10 mar. 2026.

10- MOREIRA, Lucas Martins et al. A fisiologia do estresse além do cortisol: o papel do eixo HPA na interface mente-corpo. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, v. 7, n. 12, p. 1535–1550, 2025. Disponível em: <https://bjihs.emnuvens.com.br/bjihs/article/download/6846/6674/14863>. Acesso em: 10 mar. 2026.

11- NERY, Carmen; BRITTO, Vinícius. Em 2022, mulheres dedicaram 9,6 horas por semana a mais do que os homens aos afazeres domésticos ou ao cuidado de pessoas. Agência de Notícias IBGE, Rio de Janeiro, 2023. Disponível em: <https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/37621-em-2022-mulheres-dedicaram-9-6-horas-por-semana-a-mais-do-que-os-homens-aos-afazeres-domesticos-ou-ao-cuidado-de-pessoas>. Acesso em: 10 mar. 2026.

12- CABECA, Anna. How stress affects women’s brains. Dr. Anna Cabeca – Wellness & Longevity Blog, 16 mar. 2023. Disponível em: <https://drannacabeca.com/blogs/wellness-longevity/how-stress-affects-women-s-brains>. Acesso em: 10 mar. 2026.

13- THINK OLGA. Esgotadas: o empobrecimento, a sobrecarga de cuidado e o sofrimento psíquico das mulheres. Laboratório Think Olga de Exercícios de Futuro, São Paulo, 2023. Disponível em: <https://lab.thinkolga.com/wp-content/uploads/2023/08/LAB-Think-Olga-Esgotadas.pdf>. Acesso em: 10 mar. 2026.

14- ZUGMAN, André; ALLIENDE, Luz María; MEDEL, Vicente; CROSSLEY, Nicolas A. Country-level gender inequality is associated with structural differences in the brains of women and men. Proceedings of the National Academy of Sciences of the United States of America (PNAS), Washington, v. 120, n. 20, e2218782120, 8 maio 2023. Disponível em: <https://www.pnas.org/doi/10.1073/pnas.2218782120>. Acesso em: 10 mar. 2026.

15- XIE, Lulu et al. Sleep drives metabolite clearance from the adult brain. Science, Washington, v. 342, n. 6156, 18 out. 2013. Disponível em: <https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC3880190/>. Acesso em: 10 mar. 2026.

16- UNIVERSITY OF CAMBRIDGE. Menopause linked to loss of grey matter in the brain, poorer mental health and sleep disturbance. University of Cambridge – Research News, Cambridge, 27 jan. 2026. Disponível em: <https://www.cam.ac.uk/research/news/menopause-linked-to-loss-of-grey-matter-in-the-brain-poorer-mental-health-and-sleep-disturbance>. Acesso em: 10 mar. 2026.

17- THOMPSON, Kayla I. et al. Acute sleep deprivation disrupts emotion, cognition, inflammation, and cortisol in young healthy adults. Frontiers in Behavioral Neuroscience, Lausanne, v. 16, 23 set. 2022. Disponível em: <https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC9538963/>. Acesso em: 10 mar. 2026.

18- LIN, Hao et al. Transcranial photobiomodulation for brain diseases: review of animal and human studies including mechanisms and emerging trends. Neurophotonics, Washington, v. 11, n. 1, p. 010601, 5 fev. 2024. Disponível em: <https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC10840571/>. Acesso em: 10 mar. 2026.

19- FREITAS, Lucas Freitas de; HAMBLIN, Michael R. Proposed mechanisms of photobiomodulation or low-level light therapy. IEEE Journal of Selected Topics in Quantum Electronics, New York, v. 22, n. 3, p. 7000417, maio/jun. 2016. Disponível em: <https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/28070154/>. Acesso em: 10 mar. 2026.

20- PAPI, Shahab et al. The effect of transcranial photobiomodulation on cognitive function and attentional performance of older women with mild cognitive impairment: a randomized controlled trial. Przegląd Menopauzalny (Menopause Review), Cracóvia, v. 21, n. 3, p. 157–164, 28 set. 2022. Disponível em: <https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC9551363/>. Acesso em: 10 mar. 2026.

21- OLIVEIRA, Bruna H. de et al. Transcranial photobiomodulation increases cognition and serum BDNF levels in adults over 50 years: a randomized, double-blind, placebo-controlled trial. Journal of Photochemistry and Photobiology B: Biology, Amsterdã, v. 260, p. 113041, nov. 2024. Disponível em: <https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/39423445/>. Acesso em: 10 mar. 2026.

22- ESHAGHI, Emad et al. Transcranial photobiomodulation prevents anxiety and depression via changing serotonin and nitric oxide levels in brain of depression model mice: a study of three different doses of 810 nm laser. Lasers in Surgery and Medicine, Hoboken, v. 51, n. 7, p. 634–642, 2019. Disponível em: <https://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/lsm.23082>. Acesso em: 10 mar. 2026.

23- WANG, Lian et al. Photobiomodulation: shining a light on depression. Theranostics, Xi’an, v. 15, n. 2, p. 362–383, 1 jan. 2025. Disponível em: <https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC11671386/>. Acesso em: 10 mar. 2026.

24- DE RIDDER, Dirk; HAMBLIN, Michael R.; VANNESTE, Sven. Transcranial photobiomodulation for neuromodulation of brain disorders: a perspective. Neuromodulation, Dublin, 2026. Disponível em: <https://lab-clint.org/Published/2026_3.pdf>. Acesso em: 10 mar. 2026.

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